Mostrando postagens com marcador ilusão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ilusão. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 6 de março de 2012

Realidade, ilusão ou fantasia?



Sonhos Ou Loucura?
Eis a questão...
 
Ultimamente tenho aprimorado junto a um grande amigo meu, alguns pensamentos que sempre rondaram minha mente, e juntos debatemos inúmeras vezes sobre alguns destes temas. Decidi escrever quando lia alguns temas considerados sobrenaturais por alguns e como verdades absolutas por outros. (Deixo aqui o aviso, tudo o que falarei abaixo é fruto de minha observação, não é destinado a ferir nenhum credo)
Alguma vez você já se questionou sobre a origem dos deuses? Sobre a origem do divino? Do sobrenatural? De onde surgiu? Quem os criou? Eles criaram o mundo, mas e quem os criou?
A designação que damos hoje em dia aos mitos é a de que eles foram criados pelos humanos para poderem explicarem o que era considerado inexplicável. Aí vêm os céticos e dizem que tudo não passa de fantasia dos povos antigos. Porém o poder da fé é comprovado hoje em dia.
A fé não é apenas a religiosa, é a crença obstinada de que algo é considerado  verdade. Seu cérebro quando você diz,  que está doente libera determinadas substâncias em seu organismo que o deixa com aqueles sintomas, então mesmo que você não esteja com aquela doença, você sente os sintomas, para você eles são reais, mesmo que os outros, os médicos digam que você não tem nada.
 Um exemplo notório é a da gravidez psicológica, a mulher não está grávida, mas seu desejo de estar grávida é tão grande, que seu cérebro acredita que ela realmente está grávida, ela desenvolve a barriga, produz leite, em casos extremos chega até mesmo a sentir as dores do parto, sem estar realmente grávida. Tudo pela ação insistente da mente.
Placebo são remédios “falsos”, geralmente pílulas de açúcar receitadas a muitos pacientes como se fosse o remédio ideal para o que estão sentindo, quando seu efeito fármaco não existe. Mas a mente do paciente não sabe disso e encara a sua ação como se ele realmente fosse um remédio milagroso e acaba por parar de sentir os sintomas ou as dores, não é que não estivesse sentindo dores antes, mas seu cérebro recebeu a informação de que o placebo faz bem ao seu organismo e a pessoa acaba acreditando tão fielmente nisto que acaba por realmente sentir os efeitos, mesmo que eles não sejam  por causa da pílula mas sim por efeito do cérebro.
Da mesma forma acontecem os milagres. Quando uma pessoa acredita piamente em algo aquilo é real para ela, não é fantasia, ela o sente, sente sua ação, sua mente cria essa realidade. Muitos casos médicos em que a pessoa não possui mais chances de vida e acaba por ser curada, isso é o chamado milagre, ou talvez, a força da mente da pessoa. Porque Jesus no mito judaico-cristão quando vai andar sobre as águas diz aos seus
discípulos para terem fé? Para não duvidarem? Se você duvida de algo, não poderá sentir seus efeitos.
O mesmo vale para os adeptos de inúmeras religiões que mesmo estando em seus templos, nos locais em que cresceram, que seus pais viveram e vivem não se sentem bem, enquanto olham para os lados e vêem muitos realizados em sua fé. Porque não acreditam no que ouvem, na forma com que é passado, não faz parte de sua mente, e conseqüentemente sua fé é fraca, e os efeitos praticamente nulos.
Agora caminhemos para algo ainda mais delicado para milhões de pessoas, a essência dos seres divinos.
Quando um escritor está escrevendo um livro o que ele está fazendo? Criando um mundo não? Ele não cria as bases desse mundo? A forma, tudo ali, ele é o criador deste reino. E quem disse que aquilo não é real? Como não é real se quando lemos tudo cria vida?
É como se vagássemos por outras dimensões, temos o tempo e o espaço. Você já pensou que no lugar em que você está agora existe, existiu, existirá milhares de pessoas, situações, seres ao mesmo tempo? Essa é a questão do espaço, o espaço em que você está não muda, ele continua o mesmo, conseqüentemente tudo ocorre ao mesmo tempo. Há poucos instantes você se mexia e agora não, ano passado havia outros no mesmo espaço que você.  Seria como pensar que o tempo não existe, dessa forma tudo acontece no mesmo local, se você viajar no “tempo” encontrará no mesmo espaço que você talvez um índio, mas você ainda está lá. Já imaginou? Parece confuso, mas não é. Vamos a um exemplo.
Sempre vemos em filmes, desenhos e afins que se formos viajar no tempo não podemos ver a nós mesmos, você já pensou o porquê? Imagina se você volta no tempo, e vê você mesmo, conta coisas a você, certo. Aí você volta, quando você voltar você já sabia que tinha voltado ao passado, pois afinal já viveu isso, porém você decidiu naquele instante, contudo aquele instante só surgiu porque no passado você sabia que voltaria então você volta no tempo por isso, por uma sugestão de você mesmo, portanto o futuro é seu passado, e seu passado seu futuro.
Confuso? Normal, é por isso que você não pode voltar a um lugar em que você existe, pois a linha do tempo não existe mais, afinal o que é passado e o que é presente? E a noção do que é espaço também é controversa, pois existe neste exato instante enquanto lê esse texto milhares de coisas acontecendo no local em que você está, em tempos diferentes, todos ao mesmo tempo paralelo, uma vez que o espaço não vai se deslocar, a única diferença entre vocês é o tempo, vocês dividem o mesmo espaço, você ainda está dormindo em sua cama, enquanto navega no computador, enquanto troca de roupa, caminha e por aí vai...
Agora voltemos ao tema, da mesma forma que essas realidades paralelas existem as que o escritor cria também. Assim como as do mito, dos deuses, do Deus, da sua crença, dos seus sonhos.
Um livro que ilustra muito bem isso é As crônicas de Nárnia O Sobrinho do Mago, quando Digory e Polly usam os anéis do Tio André e vão parar no mundo entre os mundos, naquela espécie de portal de mundos, onde existe bilhões e bilhões de universos, mundos, todos acessíveis a partir daqueles lagos, basta que você mergulhe neles.
Os livros, os sonhos funcionam da mesma forma, não é que sejam irreais, mas sim em realidades diferentes. Todos somos deuses, criadores de um mundo quando escrevemos, que pode ter as formas que quisermos.
A mitologia indiana que nos coloca como o sonho de Brahma , que só existimos enquanto ele sonha faz muito sentido. O mundo dos sonhos é diferente do mundo considerado real. E o que impede de realmente sermos meros sonhos desse deus? Não há como sabermos, e nem como escaparmos da trama que o possível criador cria para nós. Afinal o personagem de um livro pode escapar de sua história? Se rebelar e mudá-la?
Deuses, eles criaram o mundo, mas quem os criou?
Já pensaram e reparam que cada deus, de cada parte do mundo criou seu povo e não o mundo todo? Que cuidam do seu povo, e não de todos os povos?
Sejam os gregos, egípcios, chineses, maias, celtas e por aí vai, todos criaram seu povo e cuidam dele. Mesmo o atual deus supremo, O Deus católico, também criou apenas seu povo, ao menos em seu primórdio, quando ele era Deus de Israel, e só de Israel, como é dito na bíblia, o deus dos judeus é deus dos judeus, não do resto do mundo. Mas ele se tornou deus do mundo conforme as designações dos poderosos. Isso pode afetar diretamente as atuais versões do cristianismo, sejam elas evangélicas, ortodoxas, reformistas e tantas outras,  todas nasceram do cristianismo e não podem negar suas origens e os cristãos não podem negar suas origens judaicas.
Sabemos que os deuses criaram o mundo, porém quem os criou? Essa é uma pergunta vaga, seja em qual religião, seita, que for. Os homens criaram os deuses, e isso não significa que eles não seja reais.
Como já vimos antes a mente humana é capaz de transformar a realidade, e mesmo os cientistas sabem que não conhecemos nem mesmo um terço da capacidade cerebral humana. Então podemos pensar: Quando cremos em algo, aquilo passa a ser real para nós, nossa mente sozinha é capaz de dar forma aquilo, agora imaginem o que centenas, milhares, bilhões de pessoas são capazes de fazer?
Mesmo que aquilo originalmente não fosse real, passa a ser real porque as pessoas os tornaram reais. Já perceberam que em muitas culturas os deuses necessitam da adoração humana? Da oração humana? Mesmo o deus católico necessita dela, da fé dos homens, é o seu elixir divino, seu elixir da imortalidade. Então nos perguntamos por que, se realmente todos esses deuses existem, porque eles não se manifestam e lutam pela supremacia?
Novamente basta observar, se eles são “movidos”, alimentados, pela fé humana, quanto mais fiéis eles tiverem maior é seu poder, e qual o deus atual com maior fiéis na humanidade?
Como dissemos anteriormente cada deus criou, cuida de seu povo, pois foram eles os seus criadores, é confuso, porém faz muito sentido vermos as coisas como são, não é que eles não existam, eles existem em cada um de nós, e mesmo que não acreditemos neles, outros milhares acreditam  e para eles, cada deus é real e por conseguinte existem.
 Dessa forma a supremacia do deus judaico-cristão sobre o mundo se deu pela conquista e domínio dos homens, a batalha divina já não era párea para com este ser supremo que subiu, literalmente, ao trono das divindades pela fé de seu povo, que dominou, vergou outros povos, outros deuses. A ação divina se verifica pelos homens, assim como pelas mãos divinas.
Não minha intenção parecer fatalista, ou cético quanto aos seres divinos. Eu tenho fé, sou pagão, cultuo a essência da Terra, do universo, e isso não me impede de pensar, de ver as outras fé. Não existe religião melhor que a outra, nem pior, todas são perfeitas para seu povo, para cada membro que ouve o chamado  de seu criador, seja ele qual for.
Outra abordagem interessante, que sempre me fascinou e que quem impede de que seja real? No filme MIB Homens de Preto ao longo do filme vemos que eles estão à procura de um universo que está sendo ameaçado de destruição e acabamos por perceber que o universo é do tamanho de uma bola de gude, podemos saber como é o universo? E ao final nosso universo é mostrado como mais uma bolinha de gude entre outras, entre outro universos, e dois seres brincando com eles. Talvez seja assim, não passemos de bolinhas para outros seres que para nossa perspectiva humana é inimaginável. E assim eles também podem ser a mesma coisa que nós, brinquedo de outros seres maiores e assim infinitamente, e nunca saberemos a origem de tudo.
Tudo o que falei acima pode parecer apenas teoria da conspiração, mas é o resultado de observações e debates, deixo a questão com vocês, o que é real? O que é ilusão? O que é fantasia? O que é realidade? Você pode responder?
Um grande abraço,
De Seu grande Amigo
Pallas

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Resenha, Grande Sertão: Veredas



Grande Sertão: Veredas
João Guimarães Rosa

Ao lermos “Grande Sertão: Veredas”, de João Guimarães Rosa, conhecemos o mundo dos jagunços, a vida do povo do sertão. E a primeira coisa que chama a atenção nessa obra, é o vocabulário, são palavras recitadas pelo povo, com a grafia própria da fala, tudo para tornar mais realista e pungente este volume.
O sertão, belo e cruel, representa a vastidão e complexidade da vida. Nós, humanos, possuímos um sertão incrustado em nosso ser. Riobaldo é um exemplo disso, ele é áspero, mas possui a delicadeza da alma. Riobaldo possui uma alma atormentada, ele se sente diferente das pessoas ao seu redor, é um questionador, mostra muita das falhas humanas. Deste homem rude, nasce à flor da mais bela filosofia. E é a sua ânsia por descobrir mais de si mesmo, que o leva a contar sua história para um estranho, podemos contar nossos maiores segredos a desconhecidos, pois eles nos ouvem agora, e amanhã nunca mais os vemos.

É nos descortinado o mundo do cangaço, os sofrimentos de pobres seres à mercê de seus líderes, que aceitam a morte de frente por lealdade a suas metas. Vemos a forma de pensar do cangaceiro, suas guerras, o desejo de tornar o sertão um lugar melhor para se viver. Porém a morte de Joca Ramiro, uma sórdida traição, pelas mãos de Hermógenes e Ricardão leva o bando a uma caçada desesperada atrás destes traidores, conhecidos, a partir de então como Judas. Vários combates e mortes violentas vislumbram-se ao longo do percurso. Riobaldo explica a seu ouvinte como tudo chegou a este ponto, então passa a narrar sua vida desde pequeno.

Quando tinha quatorze anos Riobaldo conhece um menino de sua idade, olhos de um verde profundo, que o fascina. Anos mais tarde ele reencontra esse menino, agora um homem, e se junta a ele e ao bando de Joca Ramiro. Esse menino se chamava Reinaldo, e o fascínio que produzia em Riobaldo só aumentou.
                                                                                                                     
      Diadorim em série de Televisão

A amizade entre eles era muito mais do que simples   
       amizade, entre eles surgiu o amor de formar incontrolável. O centro dos pensamentos de Riobaldo passam a ser Diadorim, este é o verdadeiro nome de Reinaldo, porém isto o deixa perturbado e sem ação. Afinal Diadorim é um homem, isto, porém, pode não ser tão simples quanto parece. Esse amor é uma forma sublime dum sentimento praticamente inexistente nos corações incertos dos jagunços do sertão.
Este livro nos faz ver que a vida destes homens é mais do que meras batalhas, disputas, podemos ver suas angústias e frustrações. Riobaldo entende que a guerra traz mais guerra e o amor traz mais amor, tudo isso para um homem do sertão. Como ele mesmo disse; “Viver é um negócio muito perigoso...”.


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Ilusão de Ótica, O que nosso cérebro esconde



Nossos olhos nem sempre estão certos
Muitas vezes somos iludidos e nem ao menos nos damos conta disso. Nosso cérebro processa as informações em determinada velocidade, mas por alguns instante, ou propositalmente, são criadas imagens que confundem o cérebro, fazendo com que ele veja o que não está ali, ou até mesmo não saber ao certo o que ver.
Os artistas utilizam isto de forma formidável em obras chamadas de ilusão de ótica, que não precisam necessariamente serem programadas, podem ser também casual, em algumas fotografias ou até mesmo com você.
Desta forma reuni alguns trabalhos da arte da ilusão de ótica e também de ilusões casuais. Pensem e vejam com cuidado, às vezes seus olhos podem te enganar...

Consegue ver o rato?

 Consegue ver o leão?

 O que você  vê uma caveira ou uma cena de um bar? 

O que você vê? Um coelho ou um pato?

 Um pato ou um coelho?

Está vendo os cavalos?


Quantas patas possui o elefante?


Onde começa e termina a imagem?

 Os pássaros voam em qual sentido?

 Caveira ou pessoas conversando?


 Um ganso e um certo e temos um pégaso

 Dois bodes ou apenas um?


 Segredos do mar....

Quantos seres consegue ver na obra?

Zebras, sem saber onde começa uma e termina a outra

 Um homem ou várias pessoas?

 Quantas mulheres estão na imagem? Consegue ver a velha?

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Arte Corporal, o corpo, a tela Parte I



O corpo, uma tela da mente

Somos seres artísticos, e como tais tendemos a transformar tudo em arte, a arte humana. E quando falamos em tudo citamos o próprio corpo como tela.
Muitos artistas tem uma criatividade tão grande e também um senso artístico tão admirável que realizam obras fantásticas.

Um grande exemplo é o trabalho de arte corporal. O trabalho da ilusão é tão perfeito que em muitos casos não conseguimos distinguir o real do artificial.

 Esta técnica conhecida como body painting consiste em um processo que leva mais de 9 horas de duração e leva em conta as formas do corpo do modelo, a sua interação com a obra e a pintura, tudo isso pode levar até 2 dias para ficar pronto, porém após terminado o processo é belíssimo o resultado. E também, de certa forma triste, pois sua obra não durará muito tempo, pois logo será retirado do corpo do modelo, mas fica guardada nas lentes das câmeras e agora temos o prazer em ver alguns desses trabalhos.

Como esse é um tema muito extenso decidi dividir esse post em dois, para poder conter mais desses trabalhos surpreendentes.












Este é um dos sites em que pesquisei:


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

O próprio tempo

O próprio tempo
Há muito tempo
Estou perdido.
Perdido no tempo
E a cada soprar da realidade
Me distancio do que é real
Como se a realidade não conseguisse me tragar
Para seus mistérios insondáveis
E me deixasse vagar livremente por este tempo
Onde não existe realmente um tempo
Onde tudo é o que é
O que será
E o que já foi
Neste limbo não há império da razão
Da ilusão
Os tronos da sabedoria caem
Por não haver sustentáculo para suas bases
Tudo rui em um caos eterno
E deste caos surge o equilíbrio
Dos corpos celestes
-------------------
Ao longe
Nos limites destes mares
Existe algo que brilha mais que o normal
Uma luz incessante
Vinda de confins inabitados
Como se o próprio universo se manifestasse
-----------------
Tropegamente consigo me aproximar
Indo em correntes de ventos celestes
Inconstantes e também não confiáveis
Surge então aos meus olhos uma divina visão
---------------
Reinando em um reino de estrelas
Coroada com seus mares cascateantes que desciam por suas costas
Um eterno jorrar dourado alimento das estrelas circundantes
Espalhava-se por todo o universo
Uma fonte inesgotável
De alguma essência mística do universo
Fluindo...
Em bilhões de ramificações
--------------
Não pude distinguir com certeza como era seu corpo
Era... translúcido e inconstante...
Mas também real e tangível.
Por sua disposição no cosmo pude pressentir que Ela
Sentava-se em algo muito semelhante a um trono
Porém formado pelas galáxias
Que recebiam as cascatas em seus interiores
---------------
Calmamente ela cantava
Uma melodia inebriante
O cantar mais suave do pássaro com a voz mais bela da Terra
Se torna áspera e aguda se comparada a ela
Sua voz era os acordes do universo
Soando em uma harmonia eterna
Evocando as origens
Do próprio ser
Criando através das notas
Milhares de pequenos pontos
As estrelas nasciam através das notas de sua música
E morriam a cada nota encerrada
------------------
Então o rosto virou-se
Em sua música da eternidade
E fixou-se em mim
Não há palavras para descrever o que pude ver
Mesmo que por breves instantes tive vislumbres de tudo o que foi
É
E será no universo
Quando minha mente começa a se despedaçar sob o peso das visões
Uma voz ecoa na música
Que pude reconhecer
E também qualquer ser poderia ouvi-la
Pois ela falava em todas as línguas
Para qualquer  ser poder ouvi-la
---------------
Meu filho...
Teu tempo já não existe mais...
Por que vagas pelo universo?...
O que procura encontrar?...
Saibas meu filho que não é mais o tempo dos vivos...
O meu canto já não traz mais a vida
Ela leva a morte...
Suas notas maceram a existência
Obrigando-a a retornar a suas origens
É hora de um novo renascer...
-------------
Seus braços se expandiram
E liberaram tal intensidade de poder
Que não pude distinguir mais nada
E agora estou aqui.
No limbo do tempo.
Não sei onde estou.
E o próprio tempo ruiu.
Para onde vou?









Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Deixe seu comentário pelo Facebook