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domingo, 8 de janeiro de 2012

Pirâmides Japonesas

Pirâmides Japonesas de Mais de Mil anos

Seguindo uma linha de postagem, o tema das pirâmides é algo fascinante e muito controverso. Existe pirâmides no Egito, no Peru, na China, no Camboja e recentemente foi descoberta, pode se considerar como uma das mais importantes descobertas da arqueologia dos últimos tempos, pirâmides no Japão com mais de 11 mil anos.

Neste post de hoje vou abordar exclusivamente estas recentes descobertas. Para os próximos irei abordar as Chinesas, Maias e Egípcias assim como as inúmeras outras que existem por toda Terra.
Em 1985 mergulhadores procuravam regiões submersas para exploração turística próximo a região da Ilha de Yonaguni. O mergulhador Kihachiro Aratake encontrou construções megalíticas, como restos de uma antiga cidade submersa.
Esta descoberta atraia a atenção de historiadores e arqueólogos que logo dataram o sítio como tendo idade superior a 11 mil anos, sendo assim a construção humana mais antiga da terra. Por um período de tempo contestou-se tal afirmação de estes complexos de platô com mais de 200 metros fosse construção humana, as escadarias seriam meras formações naturais, diziam os mais céticos, apesar da evidencias dos ângulos retos e simetria, mera casualidade diziam. Porém as descobertas foram aumentando, a área de 28,88 km²  foi-se desvendando aos olhos dos pesquisadores, uma pirâmide de degraus ao estilo Azteca e maia (formada por cinco andares e alinhada de acordo com os pontos cardais), um conjunto de zigurates completos, demarcando área específicas da cidade. Assim como outras ruínas ainda estavam por vir, uma delas é uma caverna rodeada de grandes pilares e uma estátua de cabeça humana há 18 metros abaixo da superfície, muita gasta pela erosão do tempo e das águas, esta obra é muito semelhante com as Moais da Ilha de Páscoa, na costa do Chile. Escadarias, entalhes na rocha, rampa, terraços, pilares, desenhos de animais feitos foi sendo desvendado aos poucos neste sítio arqueológico.
Estas descobertas foram possíveis graças a um terremoto que ocorreu em 4 de maio de 1998, permitindo a filmagem de novas áreas antes encoberta pelo manto das águas e terra, como os zigurates, muito semelhantes aos da Mesopotâmia, e a cabeça de pedra.
E para comprovar ainda mais a autenticidade humana desta ruínas, nas paredes estranhos caracteres estão gravados, que foi dado o nome de Okinawan Rosseta Stone, tais escritos são a prova cabal das mãos humanas nas ruínas.


“Há 6 mil anos, as ruínas eram terras emersas, ligadas ao continente. A elevação do nível dos mares ao longo de eras fez submergir territórios como os da costa de Yonaguni. Há especulações sobre a "identidade" da civilização sepultada naquelas águas. Muitos falam em Atlântida mas, se parte de uma "civilização perdida" repousa no leito daquele mar então o mais certo é que seja a Lemúria ou Mu, ainda mais antiga, chamada pelos esotéricos de civilização da Terceira Raça.”
 
Podemos observar a história da nossa civilização e vermos algo que deixa a todos curiosos e sem saber como, ou o porque. Existe semelhanças em todas as culturas e também construções praticamente idênticas em regiões do planta que não possuem contato algum, como China e Peru. E ainda mais intrigante, esta pirâmide no Japão alinha-se com constelações específicas, como acontece com as do Egito, que alinham-se com a constelação de Órion, as da china alinham-se perfeitamente com a constelação de Gêmeos, os Templos astecas de Tecnochtitlan com a constelação de Urso, Angkor Wat (templos do Camboja) com a constelação de Dragão e assim por diante...

Quais os mistérios que envolvem a raça humana? As civilizações antes apenas consideradas míticas ganham vida? Como Atlântida, Lemúria ou Mu, surgem aos poucos. Mas o ceticismo reina. Como poderia ter existido uma civilização mais avançada em termos de conhecimento que a atual? Onde estão seus vestígios? Quem sabe eles também não pensavam como nós e agora onde estão seus vestígios?

 


Pesquisado nos seguintes sites, caso queira se aprofundar mais:


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Adormecer do Mundo


Adormecer
Do Universo


Tantas vezes observamos as estrelas
E pensamos estar vendo
Refletido no céu
O sorriso...
Sorriso de um ser amado
Que não está ao alcance de um toque...
De um leve farfalhar da brisa
A tocar suavemente
A pele
Como a incitar
De uma região distante e esquecida
Tudo o que os humanos esqueceram
E nestes instantes
A brisa leva consigo
Mais que as folhas tépidas
De um eterno outono
Sempre a esperar a aspereza do inverno
Sem nunca desfrutar
Do veludo da neve
Da pureza imaculada
De uma existência sonhada
E tão esperada
Mas a neve
De tão pura
Se desfaz ao menor toque
E com ela se esvai
Os sonhos
Traçados sob os antigos carvalhos
Sob a chuva dourada
Agora substituída
Pelo ouro
Ouro que retine por sua brancura
A penetrar a luz
E a esmaecer
Cada tom dos sentimentos
Como a dizer que tudo não passa de um sonho
Que as estrelas
São pontos inalcançáveis
Onde os homens depositam suas esperanças
Com o desejo
De vê-las tornarem-se reais
Pelas mãos do divino
E o tempo passa
As areias escorrem pela ampulheta
Mostrando como a vida é pequena
Como é instável
Como ao mais leve toque ela pode se desfazer
E flutuar para o abismo
Onde a existência não tem sentido
Onde as estações
Se perdem
Em uma vastidão eterna
Tentando alcançar o inalcançável
Como se a escuridão fosse palpável
E dela surgissem braços
Que amparassem 
A chuva pálida
E a dourada
Transmutando-as
Em algo jamais sonhado
Por uma mente mortal
E o resultado escoa para as profundezas
Procurando a saída das trevas
Procurando o vazio
Onde possam escoar para eternidade
De uma mente
Uma mente ansiosa
Por respostas
Que nunca surgem
Porque caem
Em um abismo sem fim
-----------
A primavera deixou de existir
O canto dos pássaros já não se ouve
O tilintar da vida germinando
Foi-se,
Com a vida
Que a cada instante se afasta cada vez mais

O verão
Tornou-se gélido
Os cálidos raios solares
Tornaram-se
A foice da morte divina
Já não sustenta mais a vida
A ceifa


Seus raios gelam as planícies
Os raios divinos são as adagas divinas
Para punir os mortais
Com o sangue derramado
De um celestial que definha no horizonte
E busca a vida
No único local que encontrar
O inverno chegou a estas terras
Trouxe a morte
Parou o trono do
 Senhor do tempo
Distorceu os véus da realidade

E neste mundo
Não há distinção do que é realidade
Da fantasia
E minha mente já não suporta tal caos.
O universo retorna a sua origem
E nos arrasta com ele
Mas não é permitido a nós ver sua origem
Então definhamos no caminho
Vemos a morte imperando
E ruindo
Tudo o que era belo
Tudo o que era vivo
Mas a destruição tem sua beleza
Cruel...
Eficaz...
Arrasando em suas ondas de fogo e gelo
As cercanias do mundo
Trazendo as profecias antigas
Trazendo ao mundo
O poder celestial
---------
Dós céus
Uma forte luz emana
Apaga cada contorno do universo
E o Sol definhante
Expande sua maça
Em um raio de luz
E dos meus sonhos
Desperto

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