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terça-feira, 17 de abril de 2012

Nostalgia, Ator da Série Hércules



Kevin Sorbo, O mais forte dos Heróis
Em postagens anteriores falamos sobre grande atrizes como Lucy Lawless, atriz de Xena, e também de Tia Carrere, atriz que deu vida a Sideney Fox da série Caçadora de Relíquias, hoje falaremos de um ator, que deu vida ao herói mitológico mais conhecido do ocidente, Kevin Sorbo, intérprete de Hércules, na série homônima.

De todas as séries que são baseadas em mitologia podemos considerar a série Hércules, no original "Hercules, The Legendary Journeys", como uma das mais fieis e bem feita. A série iniciou sua exibição a partir de um filme lançado em 19993 e em 1994 ia ao ar pela primeira vez e terminava suas seis temporadas em 1999. A série adquiriu tamanha popularidade que foi a primeira no formato "syndication" mais vista no mundo. E ainda originou duas séries Spin-off, "Xena, a Princesa Guerreira" e "Young Hercules".
E no cerne de tal popularidade estava Kevin David Sorbo, nascido em 24 de setembro de 1958 na cidade de Mound, localizada próxima a Mineápolis, nas terras frias de Minesota, EUA.
Dedicado às artes, seus pais Ardis e Lynn Sorbo, matricularam Kevin na escola de Música aos 11 anos onde aprendeu a tocar guitarra e trompete. Possuindo outro quatro irmãos, dois mais velhos, e um irmão e uma irmã mais novos, sendo eles Scott, Tom, Allen e sua irmã Pam.
Sendo um excelente aluno logo passou a estudar na faculdade de Moorhead, fazendo Marketing e publicidade, destacando-se em três esportes, o footbal, basquete e baisebal. Atualmente ainda se dedica ao esporte com seu torneio de golfe em Las Vegas para as celebridades, destinado a arrecadar fundos para a associação "A Workd fit for Kids", que auxilia jovens e crianças, como em casos de abandono da escola, auxilia a lidar com drogas e gangues muito freguentes na região de Los Angeles School District, promovendo uma taxa de adesão escolar de 100% e também uma queda na evasão de 54%, foi premiado com a Estrela de Ouro do escritório de Governadores da Califórnia.
Série Young Hércules
Quando Kevin se formou na faculdade logo iniciou-se no teatro, viajou pela Europa, onde trabalhou como modelo para a Versace, fazendo anúncios para revistas, TV. Depois mudou-se para Sidney, Austrália, onde sua carreira realmente alavancou-se quando em 1994 estreou a série de televisão Hércules.
Durante as gravações da série conheceu sua atual esposa, Sam Jenkins com quem tem três filhos Braedon, Shane e Octavia. Devido às intensas atividades físicas exigidas para as gravações da série o ator em 1997 teve um grave problema no ombro esquerdo e teve que ser levado as pressas para realizar uma cirurgia. Ficando ausente por mais de dois meses das gravações, explicando a pouca participação do ator na série durante a quarta temporada.
Também em consequências a cirurgia o ator perdeu a participação em filmes de destaque como "Black Dog" e  Superman em "Lois & Clark".
Outra série de destaque em que o ator atuou foi Andrômeda, uma série de ficção-científica estendida da série Star Trek.

Série Andromeda 
Meet the Spartans 
Atuou ainda nos filmes Kull o Conquistador, Walking Tall 2 e 3, Last Chance Café e Avening Angel.  No ramo das séries co-estrelou a última temporada de The O.C., ator convidado em Psych e também participou de Meet the Spartans, fazendo um enorme sucesso nos EUA e no Brasil, paródia do filme 300.
O ator também cedeu sua voz para Hércules no jogo para Playstation God of War III.
Kevin Sorbo está a mais de 20 anos na TV, um grande feito para um ator e sem cair no esquecimento. Seus mais de 1,90 contribuem ainda hoje para impor-lhe o grande respeito que todos têm para com Hércules, o mais poderoso de todos os heróis, filho do rei dos Deuses.
Cartaz do fime Kull, o Conquistador
Com um currículo invejável ele continua a nos encantar como nos encantava quando dava vida ao gentil e poderoso Hércules.
Espero poder ter contribuído um pouco para nos fazer relembrar esta série tão inteligente e bem feita.
Que a força de Zeus esteja sempre conosco. Até a próxima.
Pallas
Família de Kevin Sorbo
Cena do filme Avening Angel
Capa do DVD Walking Tall 
Abaixo segue-se a lista dos sites em que pesquisei, e confesso que foi bem trabalhoso poder reunir estas informações, alguns dos sites estão em inglês, mas vale a pena conferir: 




domingo, 15 de abril de 2012

A arte divina, Esculturas gregas


A Grécia Antiga
 
Em posts anteriores aqui do blog falamos sobre o Egito, um pequeno resumo sobre este fascinante povo e também em outro post falamos sobre Alexandre Magno, um dos maiores imperadores que já pisaram na Terra. Agora falando novamente de história voltaremos à Grécia, mais especificamente a arte grega, das esculturas.
Não podemos desassociar a Grécia de seus deuses. Um não existe sem o outro. Será os deuses criadores da Grécia ou a Grécia criadora dos deuses? Em todos os casos eles estão tanto nas raias culturais quanto artísticas dos helenos. Podemos dizer, que como em praticamente todas as culturas do mundo, a arte propriamente dita surgiu através da religião, surgiu com o culto aos deuses.
A Grécia pregava o culto ao belo, ao belo da natureza, e isso incluía as formas perfeitas, a perfeição humana. Se os humanos eram seres com condição de se tornar quase ou mais belos, em alguns casos, que os próprios deuses, como fazer a manifestação terrestre das divindades?
Uma questão delicada e fortemente ligada à cultura de cada povo. Podemos ver como era o povo devido a manifestações artísticas, elas funcionam como um vestígio do estado do povo, pequenas particularidades que apenas vestígios de alimentos, vestimentas não são suficientes para se constatar. O Egito produziu alguns dos mais imponentes e belos momentos ainda vivos. Que mesmos os mais hábeis arquitetos, escultores, engenheiros, não saberiam construir.
O Egito sempre exerceu grande influencia em seus arredores, e com a Grécia não foi diferente. Antes do encontro cultural com o povo das terras do Nilo, o povo heleno, na era conhecida como arcaica construía apenas pequenas estatuetas, não dominavam a técnica de manejo das pedras para construção de grandes estátuas. O intercâmbio cultural e artístico com os egípcios proporcionou aos gregos aprimorarem suas técnicas “rudimentares”, se comparadas aos egípcios, da execução de grandes esculturas.
Estátuas do período arcaico

Vênus de Milos
Contudo os dois povos são muito diferentes. O Egito caracteriza-se por seus monumentos austeros, e praticamente imutáveis, nas características básicas ao longo dos seus mais de 4 mil anos de história. Já na Grécia eles não viam o mundo tão austeramente, ao menos não em seus monumentos para a posteridade.
Nestes primórdios, pode-se dizer que as estatuetas seguiam um estilo mais conservador e austero, suas representações não possuíam sentimentos, denotavam frieza e separação do mundo ao qual estão. Mas isso com o tempo isso mudou. O centro cultural do mundo ocidental se podemos chamá-la assim, não permaneceria fixo em seu passado. Logo suas técnicas superaram e muito as estátuas egípcias, no que se refere à perfeição, suavidade, beleza e proporção.
As estátuas ao longo do tempo parecem que vão criando vida, e logo adquirem tamanha perfeição que quase podemos vê-las se movendo, conversando, nos dando conselhos, nos dando reprimendas. E essa era mesmo a intenção.
Nos templos a câmara central abrigava uma representação da divindade à qual o templo era consagrado. Esta estátua tinha que reproduzir, criar a impressão de que o deus(a) estava ali, diante dos fiéis, com sua presença divina, que a estátua realmente era viva. E era.
Deusa Ártemis
Para os gregos e também para muitos outros povos, quando um escultor está criando sua obra ele está tão empenhado ali, que parte de sua energia, de sua aura, liga-se a sua obra, o escultor deixa de ser mero escultor, enquanto esculpe, ele dá vida à rocha, literalmente falando, ele passa ser um deus, um criador.
A estátua cria vida pelas mãos do escultor, e uma estátua de um deus recebe tanta energia, rituais de purificação, veneração que aos poucos parte da própria essência deste deus realmente passa a habitar aquele recinto, aquele corpo de rocha, metal. Tudo isso contribui para a tamanha fascinação que estas estátuas nos causam.
Modeladas com fé, nas mãos dos maiores construtores que surgiram como Fídias responsável pela construção do Parthenon e também de uma das esculturas mais admiradas de toda antiguidade, a Athena Parthenos ("Atena virgem").
Athena Parthenos ("Atena virgem"), réplica
A singeleza grega não pôde ser repetida, a força que suas estátuas possuem a sua magia, sua essência. O país onde as artes prosperaram e se espalharam, nos deixou não só a Filosofia, a Matemática, Medicina. Geometria, suas lendas e mitos. Como também sua arte. O mármore deixou de ser mármore, e passou a ser a veia, a pele de novos seres, as estátuas.
Abaixo seguem-se algumas esculturas gregas, o deslumbre artístico grego:
Hermes, deus mensageiro dos deuses, senhor dos caminhos, dos ladrões


Deusa Ártemis, Senhora dos bosques, deusa virgem
Perseu, Herói grego que matou a Medusa



De um grande admirador da Grécia
E seguidor de seu culto
Pallas

domingo, 8 de janeiro de 2012

Legado da Arte


Legado da Arte
Taj Mahal, mausoléu para a falecida esposa do sultão
A união humana, rumo ao belo
Partenon, templo grego em honra a Athena

Cada espécie que habita o planeta Terra possui suas particularidades. As abelhas produzem o mel, os pássaros constroem seus ninhos, as aranhas tecem uma das mais belas telas da natureza, a teia. E o ser humano? Qual sua maior marca?
A primeira resposta a vir a nossa mente é, o pensamento, que o homem sapiens é o único animal capaz de pensar. Mas qual realmente é o legado humano, que persiste, mesmo quando a carne apodrece e se esvai? A arte.
Stonehenge, vestígios da cultura celta

A arte humana é a maior capacidade desta espécie, transformou a natureza em algo “belo” segundo suas percepções. O patrimônio artístico que vive nos dias de hoje é a comprovação da história humana.
Agora vamos por partes. Cada cultura humana possuía sua própria forma de expressão artística, como os celtas, os incas, maias, gregos, egípcios, babilônios, persas, mongóis. E a conquista dos mundos pelas diversas potencias de cada tempo levou consigo não apenas a existência mortal, como seu legado a imortalidade. Como os egípcios acreditavam, eles viviam por sua arte, eles sabiam que mesmo depois de mortos continuariam vivos, caso  suas obras permanecessem. Por isso seus monumentos continuam vivos e pulsantes, através dos milênios, quando sua cultura se esvaiu nas areias do tempo, porém continuam vivos na mente das pessoas atuais com suas pirâmides, esfinges, obeliscos, sarcófagos.

As Piramides de Gizé, e a esfinge, no Egito

E qual o direito que temos em destruir tais monumentos? Por mero capricho dos governantes? Ou como foi feito milhares de vezes, um monumento foi destruído porque ele representa uma cultura e ao destruir tal cultura destrói-se o povo, rui-se as bases da nação, tornando-a desmoralizada e de fácil controle.
Palácio de Persépolis
Um exemplo é o palácio da Babilônia. Tal era o esplendor dos babilônios e o poder militar deste povo que sua capital, Persépolis representava o centro do mundo, as pessoas a amavam e proclamavam sua beleza a todos que encontravam. Quando Alexandre, O Grande, líder da Liga Pan-Hêlenica iniciou sua expedição pelo território babilônico e após a expulsão de Dario III, as paredes do palácio real em Persépolis clamaram sua dor ao serem consumidas pelas labaredas do ódio grego e manobra política. Os clamores do povo persa ecoou por todo império ao verem em ruínas o coração de seu império e estandarte de seu poder. Essa realmente era a única saída? A destruição de tal união de culturas?O império persa reunia egípcios, medas, persas, hindus , hebreus, fenícios  e muitos outros povos menores. Todos contribuíram para a construção do palácio. Então como pode ser destruído algo que reúne a mente de inúmeros povos?
Corredor do Palácio

Ao longo do tempo a destruição prossegue, a Biblioteca de Alexandria, onde o saber do mundo ocidental reunia-se, a maior existente em toda antiguidade, queimou com as chamas da ignorância. Caso não houvesse sido destruída a civilização ocidental poderia estar muito a frente do que está hoje, pois, muitas das descobertas que fizeram no último século já haviam sido feitas há mais de 3 mil anos atrás.
Ruínas da biblioteca de Alexandria

Piramide Maia

Os templos sofreram os ataques das novas religiões ou reis, imperadores, sátrapas, sofreram profanação, espoliação, invasão. A alma do povo foi lapidada. Na Grécia, a arte grega em sua forma mais sublime, seus templos foi aniquiladas inúmeras vezes pelos mais diversos povos. Os incas e maias foram aniquilados e também seus legados pela cobiça cega, que não vê limites, nem mesmo para o sagrado.

Templo de Ártemis, uma das Antigas sete maravilhas do Mundo


Agora trazendo para algo mais recente, a basílica de São Pedro, coração da Igreja Católica Romana. Ela representa a cultura ocidental, obra de um dos maiores nomes de nossa cultura: Michelangelo, um dos maiores gênios da renascença. Essa construção é um patrimônio da humanidade, muitas vezes são ditas frases como: “com tanto ouro nesta catedral, porque não desfaz uma coluna e faz doações?” não funciona desta forma. Esta é uma obra de arte, não pode ser violada, como já foi feito milhares de vezes antes, será que ainda não aprendemos com os erros do passado?
Basílica de São Pedro

Quando abrirmos os olhos para o passado e aprendermos a não mais chorar pelo que se foi, mas sim aprender a não mais fazer igual, poderemos dizer que estamos evoluindo como espécie pensante, que tanto proclamamos, porém pouco fazemos para provar isso.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Amazonas, Mulheres Guerreiras e Idealizadoras


Mulheres Guerreiras

Ao longo da história vemos o poder da mulher ser sufocado por todo o machismo que reina por mais de dois mil anos em nosso cultura ocidental e oriental. Os machos em sua busca insana de poder acabaram levando o poder feminino a extinção. Hoje em dia, felizmente, elas estão recuperando aos poucos uma mera ilusão da verdadeira força da mulher.
A Princesa Guerreira

Ao longo da linha temporal da sociedade humana não coube aos homens a monarquia ou a arte da guerra, na maioria das culturas primordiais. O poder da mulher era tão vasto que é praticamente inimaginável nos dias de hoje com nossa sociedade machista, não só pelos homens, como também pelas próprias mulheres que se tornaram machistas, de se imaginar.

A psique feminina atual é quase incompatível com a psique feminina de 5000 anos atrás. O maior exemplo da força feminina são as Amazonas.
Ao contrário do que se imagina as guerreiras não são meramente mitológicas, elas realmente existiram.

“Escavações arqueológicas 
confirmam a descoberta de fósseis de mulheres armadas para a guerra nas planícies junto ao Mar Negro. Nas 150 tumbas do século 5° aC encontradas em 1996 nas estepes do sudeste da Rússia, perto de Pokrovka, encontram-se enterradas guerreiras com armamento militar. Na Turquia, a mesma coisa, com a primeira identificação anatômica. Na Grécia, "o" maior herói nacional é rainha amazona que venceu o Império Islâmico.”

Isto é apenas um resumo do mundo mediterrâneo e asiático coroado pelas mulheres. Num período rústico e de sobrevivência difícil muitos se perguntam como mulheres poderiam envergar armaduras de ferro e armas tão pesadas. Essas mulheres viveram no período chamado de Era de Bronze, onde a manufatura destas armas eram mais leves, permitindo um manuseio eficiente pelas mulheres. Além disso elas eram treinadas desde a infância na arte da guerra e da aniquilação. Com um intenso treinamento militar seus corpos se 
adaptaram ao uso de instrumento pesados, além do fato de as Amazonas escolherem os mais altos e fortes homens para gerar seus filhos,a chamada eugenia (seleção genética), tornando estas mulheres superiores em força e habilidade aos povos gregos. Por serem originalmente caucasianas, que eram em média de 1,80 a 2,20m de altura, se comparadas aos homens gregos que eram bem mais baixos (1,60m em média), além de serem muito brancas, olhos claros e cabelos loiros, aos gregos pareciam povos mitológicos, quase outra raça.
Com os avanços do patriarcalismo micênico, as guerras pela liberdade da mulher travaram-se de forma intensa e retumbante.
Para os povos patriarcais estas mulheres representavam tudo o que uma mulher não deveria ser, pois uma mulher deve ser submissa ao homem, ficar em casa, cuidar dos filhos. Os movimentos para sufocar as mulheres deu-se inicio, e a partir daí não parou mais.
“Daí por diante, o dilema do Ocidente seria a posição das mulheres na sociedade, abafando revoltas. Por rejeitarem a família patriarcal, a reação de muitas delas foi se tornarem cada vez mais competitivas até superarem os homens em tudo – principalmente pela força. O resultado foi o surgimento de uma tribo imensa de superfeministas vivendo numa sociedade inteiramente à parte na Grécia.

Já não eram mais bárbaras primitivas sem língua escrita, mas sim bem organizadas em cidades-Estado espalhadas pelo Mediterrâneo e vindas de colônias gregas. Elas tiveram vários reinos, governando as cidades em volta de 'gente comum' dando-lhes proteção, e os 5 maiores foram: em Creta, na Trácia (Grécia), na ilha de Lemnos (no Mar Egeu), no Cáucaso (junto ao Mar Negro), e em sua maior cidade-Estado: Themiscira, banhada pelo rio Térmidon (no Helesponto, Capadócia, Ásia Menor).


Isso afrontou todos os costumes. Ao invadirem Creta, os patriarcalistas não faziam idéia da enormidade das consequências que desencadearam. Eles abriram a caixa de Pandora. Logo vieram os rumores da tribo de enormes mulheres guerreiras numa sociedade inteiramente militarizada. A estadista original que formulou os conceitos dessa sociedade única foi a rainha Hipólita, líder militar carismática que inspirou gerações de moças em todas as nações do Mediterrâneo, européias, africanas ou asiáticas, brancas ou negras, a abandonarem "o mundo do patriarcado" e se juntarem ás suas fileiras. Não admira o choque que elas causaram, mas os que mais se escandalizaram foram os gregos.”

A luta estava armada, para livrarem-se do sufocamento masculino as mulheres se uniram sob uma única bandeira de salvação de sua igualdade. Usavam o machado de dois gumes, arma criada por elas, representando a igualdade, e também em algumas tribos fizeram alterações no próprio corpo, como por exemplo a mastectomia (retirada de um dos seios) para adequar as armas ao corpo de forma a ser mais fácil o manuseio das armas. Se essas mulheres eram capazes de retirar um de seus seios imaginem o que não eram capazes de fazer?
Estátua de Maroula

Sua destreza militar era tamanha que seus exércitos massacram grande impérios da época, como Tróia, até mesmo o Império Otomano, através da rainha amazona Maroula, a maior heroína grega.
“Elas enlouqueciam os homens gregos, inspirando-lhes sentimentos contraditórios de raiva, admiração, medo, inveja e desejo. Rivais insuperáveis, adversárias imbatíveis e fêmeas inconquistáveis, só lhes restava imaginar fantasias. E esse desejo frustrado de conquista era desabafado na mitologia. Com um ou outro grande herói grego vencendo e desposando uma Amazona, mesmo temporariamente, a fantasia coletiva dos gregos era irreprimível. Mesmo Aquiles se apaixonou perdidamente pela rainha Pentesiléia, "de beleza tão divina mesmo após a morte" que ele até matou um companheiro grego que tentou maltratar o corpo dela. Os atenienses nos cemitérios militares faziam grandes homenagens póstumas nos túmulos das suas adoradas inimigas.”
Aquiles e Pentesiléia

Os vestígios das amazonas são encontrados inclusive no Brasil, um exemplo é a origem do nome do rio Amazonas, os homens brancos ficaram assustados ao verem mulheres cavalgando animais selvagens com a mesmo destreza dos cavaleiros, por isso deram o nome ao rio de Rio Amazonas. E também na cultura indígena Xingu, onde uma vez por ano, no ritual em honra a deusa-Mãe Natureza, as mulheres surram os homens, todos, sem exceção, inclusive o Page.

Este foi um pequeno resumo sobre as Amazonas. Caso queira saber mais passe neste site: http://neocodex.vilabol.uol.com.br/ernestoribeiro/amazonas01.htm
Onde fiz a pesquisa e também retirei alguns trechos

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