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segunda-feira, 12 de março de 2012

A Guerra VS A Paz


Podemos ter Paz na Guerra?
 
Às vezes estamos tão perdidos em nosso caminho, é como se caminhássemos e caminhássemos e nunca chegássemos a algum lugar. Todos nós temos grandes amizades, mas mesmo nossos grandes amigos não conseguem nos fazer sentir que realmente estamos acompanhados.
Não é que a amizade não exista, não é que os laços sejam fracos, mas algumas pessoas são como guerreiros solitários, viajam sozinhos. Algo que podemos aprender, e aprendi com o anime Naruto, é que os guerreiros são úteis em tempos de guerra, na guerra são essenciais, prosperam, criam muito poder, mas quando a guerra acaba, acaba também a sua utilidade. Então aqueles que antes eram considerados heróis agora são um empecilho é como se eles chamassem a guerra de volta.
Estes guerreiros sabem que não é pelo povo não os amar, mas sim pelo simples fato de a função deles ter acabado, e quer eles queiram, quer não, não há mais o que fazer ali. Suas intervenções podem apenas gerar mais dor. Por isso as pessoas comuns, não sabem, não entendem porque tantos querem a guerra. Eles, os soldados, generais, capitães e por ai vai, foram treinados, criados para a guerra, ela faz parte deles, sem ela, é como se não vivessem. Por isso o fim da guerra significaria também o fim deles.
Muitos podem ficar chocados com isso, dizerem que não é verdade, que não é assim que as coisas funcionam, mas vejam, se houver uma guerra ou alguma ação que exija um exército ele é bem vindo, caso contrário, não é recebido com um cortejo.
Da mesma forma somos nós. Todos nós somos guerreiros, temos nosso próprio exército, não um exército de milhares de pessoas, mas sim de apenas uma. Esse exército tem que lutar em inúmeras batalhas, guerras, conquistas. Às vezes será bem sucedido, outras não, mas sempre estará em guerra. A paz talvez exista, ou talvez seja a utopia dos oníricos seguidores de Morfeu.
Seja qual for à verdade continuamos a lutar, em muitos casos, a própria paz gera uma guerra. É como se nesse tempo estivessem se preparando, não sabemos o que acontecerá, temos uma trégua onde os oponentes se analisam e medem as forças. Então novamente os defensores da paz se erguem e dizem que isso é mentira, que não é assim que as coisas funcionam. Será mesmo? Será mesmo que alguma espécie neste planeta vive sem suas guerras particulares? Pode não ser guerras grandiosas, como os seres humanos travam onde morrem milhares, mas a guerra pela própria sobrevivência, então existe mesmo um mundo sem guerras?
E agora voltemos à questão de nós mesmos. Como estes guerreiros, as batalhas que vencemos, realizamos nossa missão e depois? Quantas vezes, em um grupo de amigos, em meio a uma multidão, você ficou para trás? Viu seus amigos se distanciarem, se perderem, enquanto você ficava?
Talvez você nunca tenha sentido isso, e talvez tenha sentido mais vezes do que foram necessárias. Existem muitos tipos de pessoas, algumas são grandes guerreiros e exatamente por isso são ameaçadoras, ficam para trás quando a sua função tenha deixado de existir.
Dói ouvir isso. Contudo é a realidade. Nem sempre somos bem vindos. Mas faz parte, faz parte de nossa jornada, de nossas missões se distanciar quando não se é mais notado. Alguns podem dizer que é algo depressivo pensar assim, porém não. Não é que seja depressivo, e sim algo a se pensar.
Lutar sozinho nunca é fácil. E nem sempre aquele grupo, todos seus amigos, terão uma missão com você, onde possam realmente auxiliar uns aos outros sem que nenhum seja deixado.
Mas um dia você também encontrará outro guerreiro como você. Neste dia vocês se uniram para enfrentarem algo grande que ainda estará por vir. Juntos vocês são muito maiores, as habilidades são unidas.
Contudo guerreiros solitários, que sempre guerrearam sozinhos não aprenderam as técnicas um do outro tão facilmente. Será um trabalho difícil, onde se machucarão muitas vezes para entrarem em harmonia e seguirem adiante em sua missão. Essa missão nós chamamos de amor.
 
Eu, Pallas desejo a todos os guerreiros, meus irmãos nessa luta, que conquistem a vitória em suas batalhas na maior das guerras, O Amor.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Atriz de Xena, A Princesa Guerreira


A atriz por trás da personagem

Lucille Frances Ryan, nascida em Auckland, Nova Zelância, em março de 1968 mais conhecida como Lucy Lawless é a célebre intérprete da personagem Xena, Warrior Princess ou em sua versão portuguesa Xena: A Princesa Guerreira. Esta série é uma das mais clássicas e bem feitas dos anos 90, quiçá de todas as épocas, é um pouco exagerado, mas realmente extremamente bem feita.


O pai de Lucy, Frank, era prefeito e sua mãe, Júlia, professora. Ela estudou ópera por três anos nas escolas Wesley Intermediate e Marist Sisters College. Também estudou alemão, francês e italiano da Universidade de Auckland. Estudou drama em Vancouver. E ainda chegou a cursar na universidade cursos de jazz, violino por certo tempo. Ou seja, Lucy é tão prendada quanto à própria Xena.
Sua carreira artística se inicia em 1989 quando foi eleita Miss Nova Zelândia, esse foi o primeiro salto para a fama. Logo as portas se abriram para ela, ela fazia muitos comercias locais para Auckland, iniciou-se como atriz em uma comédia de televisão, Funny Business. Em 1992 aceitou um trabalho como apresentadora do Air New Zealand Holiday, programa de viagens transmitido por toda Ásia, levando sua imagem pelo mundo, quem sabe uma alusão a sua personagem que também expande-se, tanto como guerreira quanto espiritualmente na Ásia.
Ela continuou como apresentadora do programa mais uma temporada e logo foi convidada a participar do primeiro filme para televisão da Renaissance Pictures, Hercules and the Amazon Women.
Foi daí que surgiu essa personagem tão fascinante e envolvente. Ela representa ideais perdidos em nossa sociedade machista, como o poder real da mulher, é claro que a série é muito exagerada em questão de força e feitos de sua heroína, mas em seu primórdio mostra a luta por si mesma de uma mulher que foi violentada pelas mazelas do tempo e da guerra e se tornou filha da guerra. As Amazonas retratadas inúmeras vezes na série realmente existiram e exibiam sua perícia militar arrasando exércitos de homens em todo mediterrâneo.  



Em outubro de 1996, Lucy estava gravando sua entrada no programa de TV, o Tonight Show, quando seu cavalo escorregou no cimento e Lucy caiu, quebrando a pélvis, tendo que ficar afastada das gravações de Xena. Mas os produtores encontraram uma saída para o dilema colocando a alma de Xena no corpo de Callisto, enquanto Lucy se recuperava.
Agora uma curiosidade da carreira de Lucy Lawless, ela recebeu um convite de Peter Jackson para atuar em O Senhor dos Anéis, no papel de Galadriel, porém acabou não aceitando papel, devido a sua gravidez. O papel de Galadriel acabou ficando para Cate Blanchett, agora uma pequena observação, apesar de Cate atuar magnificamente bem, ela ainda deixa algo faltando da personagem, Galadriel é minha personagem preferida e a Cate acaba por não exprimir o poder dessa rainha dos elfos. Caso a escolhida realmente tivesse sido Lucy, caso ela não desistisse devido a sua gravidez, Galadriel emanaria uma força e poder muito maiores. Porém essa foi apenas uma observação, e a primeira opção não era Cate Blanchett, apesar de ela ser uma magnífica atriz.
Lucy atuou em diversos filme como Homem Aranha, Tarzan, também atuou em séries como  Less Than Perfect, Two and a Half Men, Veronica Mars e diversos filmes menores.


Lucy também trabalhou em outra série mitológica, Spartacus, filmada e produzida na Nova Zelândia
Além da carreira de atriz, modelo, Lucy também investiu em sua carreira musical, ancorada em sua formação acadêmica, e por suas participações em séries onde cantava, e também em musicais ela estreou em The Roxy Theatre, em Hollywood, cantando músicas próprias e de terceiros.


 De janeiro de 2007 até maio de 2008 Lawlles fez seis shows no teatro, assim como em concertos próprios em Chicago, Novo Iorque e Londres. Em sua discografia ela conta com dois CDs e dois DVDs ao vivo, do “The Roxy”, ambos de 2007, sendo gravado ainda um outro DVD em Chicago em 2008.

Apresentação de Lucy Lawless




Lucy assim como a Xena também ajuda os necessitados, no caso dela através de doações e de ONGS. Ela possui uma instituição de caridade, a Starship Fondation, que ajuda crianças carentes com câncer, Síndrome de Down e outras doenças.
E mais uma curiosidade, sua marca também está no céu. Em 2005 uma equipe de pesquisadores descobriram um planeta anão o 2003 UB313, apelidado de Xena. Mais tarde descobriu-se que “Xena” possuía uma lua, que foi apelidado de Gabriele.

Depois dessa biografia de Lucy Lawless, a intérprete de Xena, podemos ver a semelhança entre elas. Ambas batalhadoras, dedicadas, com inúmeras habilidades e de uma beleza estonteante. Quem pode resistir aos olhos azuis, à força, a sedução de Lucy Lawlees encarnada como a princesa guerreira?

Para saber mais sobre a Lucy Lawless, aqui está o site em que pesquisei:




sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Alexandre, O grande, Os passos de um Semi-deus


Alexandre, O grande
 
Nas asas de um tempo ido, vemos um dos maiores homens da história, Aléxandros Magno, rei da Macedônia, filho de Felipe II e Olímpia, futuro Imperador de mais de dois terços do mundo conhecido da época. 
Nascido envolto em mitos, envolvendo sua origem, sendo citado como um filho de um deus, este homem, semi-deus, é uma das mais marcantes figuras históricas que possuímos em nossa raia temporal.



Jamais, em toda a história do mundo conhecido havia havido um homem capaz de unir tantas nações sob uma única figura de poder. Figura de imenso poder que se esvaiu com apenas 33 anos de idade, ajudando a compor a divina imagem que ficaria deste homem tão grandioso, morto no auge de sua vida. Se apenas aos 33 anos já havia conquisto toda liga pan-helênica, o Império persa, a Macedônia. Imagina o que estaria destinado a ele caso o abraço da morte não o levasse?

A devastação de seu exército se espalhou pela vastidão, mas assim como sua fúria, as nações conheceram seu carisma sem igual, generosidade, sabedoria, criatividade, força espetacular, tanto física quanto mental. Destinado a grandiosidade, a ser um Imperador, Rei dos Reis, Faraó, sultão, viveu todos os horrores da guerra com seus soldados.
Com uma sede por um futuro glorioso, foi em busca de seus sonhos e não parou até conseguir o que era considerado impossível por todos, com a força divina que o insuflava venceu todos os obstáculos que se apresentaram diante de si, muralhas, rios, homens, um único inimigo conseguiu derrotá-lo, a morte, contra a qual sua mortalidade sai vencedora.






Mas continua vivo, imortal, na memória dos povos. Suas cidades, as inúmeras Alexandrias, prosperaram e cresceram. Alexandria do Egito continua viva, e foi a portadora da maior biblioteca que mundo antigo já vira, fonte do saber antigo.
Com sua memória intacta, ainda lembramos deste valoroso homem que trouxe tanto a todos nós.


quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Arte Oriental, part II

tura
Arte da Guerra


Fugindo ao estilo ocidental de lutar, que usa excessivamente a força bruta e não a habilidade, visto pela própria formação das armas, armas mais pesadas e que exigem do guerreiro muita força para manuseá-las; o oriental é mais suave e delicado. 
Este estilo marcial não utiliza a força pessoal, mas sim a força do adversário para derrotá-lo o que exige muito mais habilidade do que força, assim como graça e beleza em seus movimentos sutis e letais.
Trago aqui algumas imagens seguindo o estilo guerreiro oriental:







































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