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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Alexandre, O grande, Os passos de um Semi-deus


Alexandre, O grande
 
Nas asas de um tempo ido, vemos um dos maiores homens da história, Aléxandros Magno, rei da Macedônia, filho de Felipe II e Olímpia, futuro Imperador de mais de dois terços do mundo conhecido da época. 
Nascido envolto em mitos, envolvendo sua origem, sendo citado como um filho de um deus, este homem, semi-deus, é uma das mais marcantes figuras históricas que possuímos em nossa raia temporal.



Jamais, em toda a história do mundo conhecido havia havido um homem capaz de unir tantas nações sob uma única figura de poder. Figura de imenso poder que se esvaiu com apenas 33 anos de idade, ajudando a compor a divina imagem que ficaria deste homem tão grandioso, morto no auge de sua vida. Se apenas aos 33 anos já havia conquisto toda liga pan-helênica, o Império persa, a Macedônia. Imagina o que estaria destinado a ele caso o abraço da morte não o levasse?

A devastação de seu exército se espalhou pela vastidão, mas assim como sua fúria, as nações conheceram seu carisma sem igual, generosidade, sabedoria, criatividade, força espetacular, tanto física quanto mental. Destinado a grandiosidade, a ser um Imperador, Rei dos Reis, Faraó, sultão, viveu todos os horrores da guerra com seus soldados.
Com uma sede por um futuro glorioso, foi em busca de seus sonhos e não parou até conseguir o que era considerado impossível por todos, com a força divina que o insuflava venceu todos os obstáculos que se apresentaram diante de si, muralhas, rios, homens, um único inimigo conseguiu derrotá-lo, a morte, contra a qual sua mortalidade sai vencedora.






Mas continua vivo, imortal, na memória dos povos. Suas cidades, as inúmeras Alexandrias, prosperaram e cresceram. Alexandria do Egito continua viva, e foi a portadora da maior biblioteca que mundo antigo já vira, fonte do saber antigo.
Com sua memória intacta, ainda lembramos deste valoroso homem que trouxe tanto a todos nós.


Ser Guerreiro


Ser Guerreiro
Hoje sinto a presença inegável de uma velha amiga. Estive por tanto tempo esperando a sua visita e ao mesmo tempo afastando-a, que hoje, finalmente posso abrir-lhe as portas de minha vida.
E como a presença desta amiga sempre foi palpável, ela agora se manifesta. Caminha até mim, senta-se ao meu lado e juntos olhamos estes verdes prados, que um dia foram marcados pelo rubro líquido vital dos homens, os corpos eram as elevações do terreno. A correnteza, antes límpida, se tornou o cálice de um macabro vinho.

––Lembra-se, Eterno Guerreio?
––Sim, minha amiga. Neste dia tiveste muito trabalho. Apesar de todo o horror pelas quais minha carne já passou, o fragor da guerra ainda não deixou de fluir por meu sangue. Há algum tempo atrás uma criança, com aqueles olhos puros e inebriados por uma sede de poder, me perguntou o que era ser guerreiro.
––E o que respondeste?
––Disse o que habitava em mim. Ser guerreiro é mais que simplesmente portar uma armadura, uma arma. É sentir, em cada bater do coração, o retumbar da guerra, é viver em busca de si através de nossos corpos. Um guerreiro só encontra as respostas através da lâmina de sua espada, que é sua própria alma. Nos movimentos da espada, no momento do embate, a mente do guerreiro vaga, é tanta morte, o cheiro e o gosto ferroso do sangue, o insuportável ruído constante de metal contra metal, membros arrancados, pessoas que você aprendeu a amar, a ter como sua família, morrendo diante de seus olhos e você tendo que salvar a própria vida.
O momento angustiante antes da batalha, o coração acelerado, o grito ecoante da guerra, através da boca dos tambores.
Tudo isso, eu disse a criança. Mas hoje... Vejo  que ainda é mais, que é algo que não se pode explicar, apenas sentir. Você poderia me ajudar a compreender, velha amiga?
––Sim. Seus sentimentos... Apenas um guerreiro pode sentir. Aqueles que nunca estiveram em uma guerra não sabem o que realmente é viver, o seu valor. E também, não sabem o que habita na alma de cada guerreiro, que precisa matar, quer queira, quer não.
––Obrigado. Sei que não morro como um guerreio...
––Na verdade, amigo, olhe para os prados além dessa colina. Agora se desenvolve a maior batalha que o Mediterrâneo já viu. Você parou de ver os acontecimentos ao seu redor. Como último desejo, te concedo a morte de um guerreiro. Salve aqueles que ama, Eterno Guerreiro e lá, no campo de batalha, te segurarei em meus braços

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Arte oriental, part 1

Podemos ver pouco da arte oriental, ou temas que a envolvam. Hoje trago algumas obras, sejam elas antigas ou modernas, mas com temas orientais para podermos conhecer mais desta outra parte do mundo














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