Canto à Pallas Athena
Do meu ser nascem as sementes da verdade
De minhas mãos escoam a sabedoria
De meus cabelos flui a razão
Vestida com o véu da mente,
Envolta nos tecidos do conhecimento
Caminho soberana sobre os campos de guerra
Levando junto a mim os dons da justiça
Onde cada mente em meu caminho é subjugada
Onde das trevas de um viver perdido
Trago a luz de meus olhos
Reflexos do mais profundo de suas almas
Em minha mão esquerda leva a espada, ceifeira da ignorância
Onde o mais bravo guerreiro se ajoelha diante de sua Senhora
Em minha mão direita conduzo a Vitória,
Vitória das almas sobre a escuridão da arrogância
Em meu peito encontra-se a égide da verdade absoluta
Olhe neste espelho
E se não aprender a suportar o peso de quem és teu corpo se transformará em rocha
Deves encontrar neste espelho não a destruição,
Mas sim a salvação
Salvação da perdição causada pela ilusão
Meu ser foi concebido como auxílio
Nunca deixarei de cuidar de vós
Meus filhos
Meus irmãos
Me procurem em seus corações
E encontrarão as respostas
Faço parte de cada ser
E em cada ser podes me encontrar
Estou aguardando
Em seu interior
Por um pedido
E então a glória divina pode tomar conta de nós


